sexta-feira, 1 de maio de 2020

VERACIDADE
VER A CIDADE
VERA
Era uma vez uma praia 
E o Homem caminhava sorrindo, olhando a lua
E chutava tudo que via, feito criança começou a sorrir
Várias latinhas vazias ,corria, chutava.
Vários galhos, restos do Mar, tudo virou Bola.
Tudo virou um Gol
Vários restos do feriado adormecido
E seu sorriso foi crescendo a gargalhada aparecendo
E ele dizia Bom-Dia e riam que era Boa-Noite
Perdoavam-o, final de feriado, um cervejeiro a mais?!
Apertou o passo , mais e mais
Desandou a correr , o vento no rosto , a garoa fina
QUENTE
Era Verão
Suor e alegria , o respirar ofegante, uma luz ao longe
Mais que Luz, era a LUA ...Aí Gritou , pirou , “entrou na sua”
Ao seu encontro,linda,como tocar a Lua sem fazer esforço?
Sentiu que era assim,óbvio, tudo possível
Um segundo a mais, um minuto, uma hora quem sabe?
Ela viria levemente, em seu colo em suas mãos.
A Lua e o Homem
Fechou a mão levemente
Acariciou seu presente
Olhou para o céu, apenas por cisma
Ela se fora, nas nuvens?
Não
No Mar?
Claro que não
Ela Habitaria nesta noite
O Coração do Homem
Ele apenas ele
Saberia de seu paradeiro...·.

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