Poeira
Tem gente especialista
Em jogar a poeira embaixo do tapete
Bobagem !
Um dia quando menos se espera
O tapete cria asa
E a poeira, que poderia
Dissipar-se
No seu tempo
No tempo certo
No tempo da poeira feita
Estará revigorada pregada ao chão
Exposta indefinidamente
Pela fuga do tapete
Destilando o Tempo Sergio
Wilson começa a solar Atrás da Porta de Chico Buarque e Tom Jobim
Sergio quer contar , mas sabe que o amigo quer não gosta de palavras
Wilson quer sentir apenas pelos poros , pelos gestos . Sergio finge tocar
apenas rasteja o violão enquanto pensa . Queria dizer para Wilson esta
música não . Cala-se e finalmente a lágrima prá depois solta-se dos olhos
envelhecendo um pouco mais seu rosto .
Descortinou-se , cortinas abertas
Dissipou-se as impressões ,
Tu nã eras o demônio , não eras o pior ser conhecido
Apenas um louco , paranóico , perdido , eras meu Pai
Tudo exposto entre a gente
Dois homens fraturados , sem conserto
E assim cara a cara ficamos nós
Sem testemunhas
Sem tapetes , sem cortinas , sem janelas , sem portas
Tudo escancarado
Olhamos a sujeira , quatros olhos boquiabertos
Silêncio , laços soltos ao vento
Final de tudo
Não houve espaço para lágrimas
Pois foram secas no tempo
Em jogar a poeira embaixo do tapete
Bobagem !
Um dia quando menos se espera
O tapete cria asa
E a poeira, que poderia
Dissipar-se
No seu tempo
No tempo certo
No tempo da poeira feita
Estará revigorada pregada ao chão
Exposta indefinidamente
Pela fuga do tapete
Destilando o Tempo Sergio
Wilson começa a solar Atrás da Porta de Chico Buarque e Tom Jobim
Sergio quer contar , mas sabe que o amigo quer não gosta de palavras
Wilson quer sentir apenas pelos poros , pelos gestos . Sergio finge tocar
apenas rasteja o violão enquanto pensa . Queria dizer para Wilson esta
música não . Cala-se e finalmente a lágrima prá depois solta-se dos olhos
envelhecendo um pouco mais seu rosto .
Poeira
Tem gente especialista
Em jogar a poeira embaixo do tapete
Bobagem !
Um dia quando menos se espera
O tapete cria asas
E a poeira, que poderia
Dissipar-se
No seu tempo
No tempo certo
No tempo da poeira feita
Estará revigorada pregada ao chão
Exposta indefinidamente
Pela fuga do tapete
O Tapete criou asas numa noite de Verão
Tudo que estava ali preso , jogado , fixado no tempo Em jogar a poeira embaixo do tapete
Bobagem !
Um dia quando menos se espera
O tapete cria asas
E a poeira, que poderia
Dissipar-se
No seu tempo
No tempo certo
No tempo da poeira feita
Estará revigorada pregada ao chão
Exposta indefinidamente
Pela fuga do tapete
O Tapete criou asas numa noite de Verão
Descortinou-se , cortinas abertas
Dissipou-se as impressões ,
Tu nã eras o demônio , não eras o pior ser conhecido
Apenas um louco , paranóico , perdido , eras meu Pai
Tudo exposto entre a gente
Dois homens fraturados , sem conserto
E assim cara a cara ficamos nós
Sem testemunhas
Sem tapetes , sem cortinas , sem janelas , sem portas
Tudo escancarado
Olhamos a sujeira , quatros olhos boquiabertos
Silêncio , laços soltos ao vento
Final de tudo
Não houve espaço para lágrimas
Pois foram secas no tempo
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