sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Cauê
As vezes é uma delícia tocar na LUA.

VERACIDADE
VER A CIDADE 
VERA 

Era uma vez uma praia 
E o Homem caminhava sorrindo, olhando a lua 
E chutava tudo que via, feito criança começou a sorrir
Várias latinhas vazias ,corria, chutava.
Vários galhos, restos do Mar, tudo virou Bola.
Tudo virou um Gol
Vários restos do feriado adormecido
E seu sorriso foi crescendo a gargalhada aparecendo 
E ele dizia Bom-Dia e riam que era Boa-Noite
Perdoavam-o, final de feriado, um cervejeiro a mais?!
Apertou o passo , mais e mais
Desandou a correr , o vento no rosto ,  a garoa fina 
QUENTE
 
Era Verão
Suor e alegria , o respirar ofegante, uma luz ao longe
Mais que Luz, era a LUA ...Aí Gritou , pirou , “entrou na sua”
Ao seu encontro,linda,como tocar a Lua sem fazer esforço? 
Sentiu que era assim,óbvio, tudo possível
Um segundo a mais, um minuto, uma hora quem sabe?
Ela viria levemente, em seu colo em suas mãos.
A Lua e o Homem 

Fechou a mão levemente
Acariciou seu presente
Olhou para o céu, apenas por cisma 
Ela se fora, nas nuvens?
Não
No Mar?
Claro que não
Ela Habitaria nesta noite
O Coração do Homem
Ele apenas ele

Saberia de seu paradeiro...·.

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